sábado, 15 de setembro de 2012

Agradeço a Deus por mais esta oportunidade, conviver com profissionais como os Bombeiros Militares do Distrito Federal, instituição que amo e defendo, trabalho lá também, na  ABMIL.

Esta é a turma de formandos de mais curso de Formação  de Instrutores, promovido pela Diretoria de
Ensino do CBMDF, onde fui instrutora e coordenadora  pedagógica

Local: FUNIVERSA - 609 norte - Brasília- DF
Data: de 10 a 14 de setembro de 2012 - 40 horas aula.
Professora: Eneides Araújo, ela é uma profissional de excelência.

domingo, 9 de setembro de 2012

Número de focos de incêndio no Brasil dobram em 2012

Um dos principais motivos são as queimadas criminosas para a expansão da agricultura.

 
O número de focos de incêndio quase dobrou este ano no Brasil. E um dos principais motivos são as queimadas criminosas para a expansão da agricultura.
No meio da floresta, um caminhão abarrotado de madeira extraída ilegalmente. Quando o helicóptero do Ibama se aproxima, dois homens tentam escapar.
Um deles foge no trator. O outro se esconde na mata. O flagrante foi em Novo Progresso, no sudoeste do Pará, onde uma operação do Ibama embargou seis madeireiras suspeitas de desmatar ilegalmente.

As regiões das florestas nacionais do Jamanxim e de Altamira perderam este ano 17 mil hectares de vegetação nativa.
A cidade respira a fumaça que vem da mata nativa destruída pelo fogo.
Além do Pará, os incêndios florestais também atingem outros estados da região Norte, Nordeste e Centro Oeste.
Em todo o país, o número de focos de calor este ano já é quase 80% maior do que no mesmo período de 2011.

As equipes de fiscalização planejam o combate aos incêndios com base nas informações enviadas por oito satélites, que monitoram os focos de calor, representados por pontos vermelhos. Os dados são atualizados diariamente. E hoje, segundo o instituto Chico Mendes, os parques e florestas nacionais mais atingidos pelo fogo estão na área que vai do Tocantins, passando pelo sudoeste do Pará e sul do Amazonas. Segundo especialistas, a principal causa das queimadas nessa faixa é a expansão agropecuária desordenada.

“Os incêndios se propagam dessa maneira: a prática de queima em propriedade rural que entra em uma unidade de conservação.

Este ano, os incêndios já consumiram trezentos mil hectares em unidades de conservação federais.
Equipes de brigadistas tentam evitar que os incêndios se alastrem.
Mas a estiagem dos últimos meses não ajuda no combate às chamas.

É fogo...
O que podemo fazer juntos para prevenir?
Por Edna Gonçalve de Oliveira

 

Seca provoca redução na produção de leite no agreste de Pernambuco

Em Bom Conselho, não há pasto e 90% dos açudes do lugar estão vazios.
Criadores estão com dificuldade para alimentar o gado na região.

Do Globo Rural

A seca está prejudicando a produção de leite no Nordeste. A situação é complicada mesmo onde choveu um pouco. A falta de chuva tem prejudicado os criadores em toda a região do agreste de Pernambuco.

No município de
Bom Conselho, um dos principais produtores de leite de Pernambuco, não há pasto e 90% dos açudes do lugar estão vazios. Desde quando a seca começou, o criador Ivanildo da Silva não consegue mais encher o balde como antes. Sem pasto, as vacas recebem uma mistura de palma, bagaço de cana e farelo. Cada animal come apenas uma pequena quantidade e só se alimentará novamente depois de 12 horas.

O criador Juarez de Farias não vê resultados no investimento de cerca de R$ 100 mil na compra de equipamentos de ordenha mecânica. “O tanque fica cheio com 1,6 mil litros de leite. hoje, está em torno de 200 litros por dia”, diz.
O cenário na bacia leiteira que reúne a produção de 11 municípios de Alagoas é um pouco diferente em relação a outras regiões do semi-árido do Nordeste. As chuvas que caíram nos últimos dois meses permitiram a recuperação da pastagem.

Na propriedade do criador José Gilvan de Aquino, as 30 cabeças de gado aproveitam o capim verdinho. Neste mesmo período do ano passado, ele dava mais ração para os animais. Agora, diante do alto preço do farelo de soja, o produtor reduziu esse tipo de comida. Mas ao alimentar as vacas basicamente com o capim, houve queda na produção de leite.

A economia com a compra de concentrado no curto período do inverno não é suficiente para cobrir as despesas que os produtores tiveram no primeiro semestre com a aquisição de alimento para o gado durante o período de estiagem que este ano se estendeu até o final do mês de junho.

O criador Gerson da Silva está na mesma condição. Ele faz parte da cooperativa que fornece o leite para o programa do governo estadual. O produtor diz que o aumento dos custos está gerando agora um prejuízo. Ele recebe R$ 0,89 pelo litro. “O preço do litro de leite para o produtor precisaria ser de no mínimo R$ 1,00 na região da bacia leiteira. Isso se mantendo até chegar a chuva e a gente melhorar de situação. A gente está vendendo animais para comprar bagaço de cana e ração”.

O criador vende o leite para um programa da Secretaria da Agricultura. O preço do produtor é definido por um comitê ligado ao Ministério do Desenvolvimento Social.

Estive lá dando suporte e  orientações para decretação de Situação de Emergências, integrando o Comitê de Combate a seca, criado pela Presidenta  Dilma. A realidade é muito mais dura do que possamos imaginar.
Por Edna gonçalves de Oliveira, Braília-DF.